
Desejo de morangos com chocolate, desejo de partilha e doçura, enquanto descanso o corpo no chão e inquieto a cabeça. Estranha forma de tal experiência acumulada que no ponto orbital dos relógios pára e deixa de conter nela expectativas e actos premissos permutos. O verdadeiro conhecimento acerca de nós parte do princípio de que não nos conhecemos de todo. Todas as certezas e egos entopem canos quando nos deparamos com o que nos provoca algo novo, visceral, que nos rouba o sono, nos aquece o coração e simplesmente não esperamos encontrar assim... os dedos inquietam-me, a vontade é demasiada, demente. As datas não batem certo. Desabafos loucos, bizarros e sentimentais. Palavras pouco pensadas e totalmente soltas do que impede a humanidade da felicidade máxima. Preciso-te ao te desenhar em música, ao tentar dizer-te tudo o que te digo sem treinos, demasiado expontâneo e poético para sair da forma que explode nos teus ouvidos. Fará sentido... algum? Quero-te, uma certeza.



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